quinta-feira, 26 de agosto de 2021

Perspectiva pedagógica sobre a Educação Infantil Antes x Durante a pandemia.

 Meu nome é Giulia, sou professora de ballet há quase seis anos, leciono para crianças de 2 até 7 anos. Venho através desse, expressar uma comparação notável entre o comportamento das crianças antes e durante a pandemia. 


 Em primeiro lugar, nota-se que as crianças que não tinham nenhum contato com outras, e ainda não foram para a escola, apresentam um comportamento de êxtase e ansiedade, não conseguem concluir os exercícios, querem brincar com todos os brinquedos, ler todos os livros, dançar todas as danças, ao mesmo tempo. Devo enfatizar que o ballet é um esporte que requer maior concentração e tranquilidade para desenvolver a musicalidade e atenção, mas a diferença de comportamento é notável. Nem sempre essa ansiedade vem expressada como sinônimo de deslumbramento devido as aulas de dança, e sim como um medo. Pela primeira vez em seis anos, vi crianças pequenas com medo de realizar atividades lúdicas, medo de sair de perto dos pais, medos relacionados a sonoridade (seja pela música alta ou com brinquedos sonoros) e a pequenos desafios voltados para a idade dessas. Segundo a pedagogia Behaviorista, ao ensinar, o ideal é começar pelo mais básico, de modo que a criança não erre (para não gerar um reforço negativo), e gradativamente ir aumentando os estímulos. Como professora, e estudante de pedagogia, busco aplicar essa teoria na prática docente, entretanto, é perceptível um temor maior ao lidarem com um estímulo que não estão acostumadas. Em relação ao Covid-19, é possível notar que algumas não expressam temor, já outras, preocupam-se sempre aos cuidados como a máscara e o uso do álcool em gel. É imprescindível tais cuidados e atenções durante esse momento tão atípico, mas o que quero chamar-lhes a atenção é para a atmosfera do medo em que as crianças vivem durante todo esse período, e de como as informações a respeito da pandemia vão reverberar dentro delas.  


Pela primeira vez, também estive em situações nas quais observei oscilações de humor intensas, em um momento minha aluna, que fazia aula particular, estava extasiada de felicidade, em outro, estava com fadiga e desânimo, isso também foi um grande desafio para mim como professora. Em uma publicação feita pela Folha de São Paulo, em 19 de agosto de 2020, quase nove em cada dez pediatras dizem que as crianças apresentaram alterações de comportamento durante a pandemia de Covid-19. Oscilação de humor, ansiedade, irritabilidade, depressão, agitação, insônia, tristeza, agressividade, aumento de apetite, dentre outros. Dessa forma, mais do que nunca, nós que estudamos e pesquisamos sobre a educação, devemos nos atualizar, compartilhar informações e experiências a fim de reverter essa situação de isolamento e medo que os infantes e todos nós vivemos. 


Referências:

Pediatras alertam para mudanças de comportamento infantil na pandemia - 19/08/2020 - Equilíbrio e Saúde - Folha (uol.com.br)

segunda-feira, 23 de agosto de 2021

 Alfabetização de crianças surdas em tempos de pandemia

agosto de 2021

As crianças tem necessidade de liberar energia e o contexto do isolamento trouxe vários desafios para a família e a escola. Em tempos pandemicos nos deparamos com dificuldades em muitas questões, principalmente nas escolares, sendo assim o professor tem a necessidade de buscar estratégias para que o ensino mesmo que remoto não prejudique o aluno.Na busca pelo conhecimento o docente tem um papel fundamental na trajetória  escolar do educando, sabemos da importância da formação continuada e na Educação Especial/Inclusiva é necessário que esta formação seja constantemente atualizada.  O inicio da vida escolar é muito importante para a criança, para a criança surda que é basicamente visual, pode ter seu desenvolvimento comprometido caso o educador não busque estratégias e possibilidades para que a mediação da proposta seja assimilada. A visualidade pode ser reconhecida com objetos simples e de fácil acesso, em casa e na escola podemos contribuir para o aprendizado de forma lúdica e simples.A conexão família e escola faz a diferença na vida da  criança surda. Neste momento delicado devido à questões que envolvem saúde, não podemos esquecer que além de necessário a criança tem direito à Educação. 

Convidamos a todos a assistir a live do CAS-BH. Centro de Capacitação de Profissionais da Educação e de Atendimento às Pessoas com Surdez

segue linkhttps://www.youtube.com/watch?v=


NTwo8cdNnLI

Como explicar as crianças sobre a pandemia?

Como explicar às crianças sobre o Coronavírus e a pandemia? Devemos poupá-las? Não falar nada ou explicar tudo? Muita gente me pergunta sobre isso e o que tenho respondido é que devemos tratar da mesma forma como explicamos sobre sexo. Difícil?

Uma dica é devolver a pergunta: “O que você acha?” ou “O que você ouviu sobre esse assunto?” “Onde ouviu falar sobre isso?” “Por que você está com essa dúvida?” Daí a criança responde e te dá um ponto de partida. Afinal, ela não está pronta para ouvir um tratado complexo sobre o assunto e muitas vezes nem quer ouvir tudo. O que ela quer é simplesmente respostas para suas dúvidas. Assim você calibra o tipo de explicações que vai dar.


As dúvidas são muitas, por isso precisamos nos aproximar do saber que as crianças têm para começar a responder. E não devemos ter medo de revelar que não sabemos de algumas respostas também. É importante explicar que os cientistas estão descobrindo coisas sobre a doença e o vírus no momento.

Tenho feito um apelo também aos adultos para nos mantermos mais prudentes em relação às informações que recebemos. Ficar o tempo todo atualizando listas de mortes no mundo, ou repassar informações o tempo todo pelos grupos de WhatsApp é perigoso para a saúde mental. 


Há evidências de que quem se expõe mais às notícias de tragédias e mortes tem mais risco de desenvolver Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT). Por isso, escolha um ou dois horários para se informar e proteja sua mente para evitar a ansiedade.


Com os filhos esse filtro deve ser maior. Mas você não precisa mentir para eles. Apenas faça um filtro para o cérebro deles, que ainda é imaturo e menos desenvolvido, emocionalmente menos preparado. Precisamos fazer uma mediação. Dá trabalho, mas filtrar a informação é necessário nessa época. É importante ressaltar como o que consumimos de informação pode afetá-los também. Fazer esse gerenciamento de informações vai ajudar muito nessa quarentena.



domingo, 22 de agosto de 2021

A pandemia COVID-19 e os impactos na Educação Infantil

 

O impacto da COVID-19, trouxe muitos desafios para todos níveis de ensino, mas em especial para educação infantil, visto que crianças menores tem uma maior dificuldade em se adaptar as atividades a distância. O levantamento dos dados foi feito em 77 escolas da educação infantil da rede pública e privada do país com mais de 2070 crianças (FRAIDENRAICH,2021).

Um estudo divulgado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), aponta os efeitos causados pela pandemia COVID-19 no desenvolvimento infantil, como déficits cognitivo e socioemocional (FRAIDENRAICH,2021).

Desta maneira, foram feitas pesquisas com pais, professores e diretores da pré-escola. Nesta pesquisa, constatou que muitas famílias não mantiveram nenhum contato com os docentes, neste momento de pandemia. Os professores, pontuaram que apenas 45% dos alunos participavam das atividades, mesmo sabendo que as famílias tinham acesso à internet e as crianças são de uma escola particular. A justificativa, para este fato seria a rotina familiar não estava compatível a rotina escolar e também o engajamento das crianças nas aulas não estavam satisfatório(FRAIDENRAICH,2021)..

Portanto, pode-se perceber que a pandemia COVID-19 impactou negativamente em vários aspectos no desenvolvimento infantil e  desta forma, ainda devemos pontuar, a importância da família no progresso escolar desta criança é fundamental para desenvolvimento.


Reportagem disponível na íntegra  :FRAIDENRAICH, Verônica.Canguru News.5 de abril 2021.Disponivel:<https://cangurunews.com.br/estudo-impacto-da-pandemia-educacao-infantil/>. Acesso em 20 de ago.2021


sábado, 21 de agosto de 2021

"Como ajudar crianças a lidar com o estresse durante a pandemia do COVID-19?"

Sabendo que o contexto pandêmico pode acarretar em diversos sentimentos causadores de estresse nas crianças, a Organização Pan-Americana de Saúde postou em seu canal no Youtube um vídeo, em inglês, chamado  "How to help children cope with stress during the COVID-19 pandemic?" - que em português seria ‘Como ajudar crianças a lidar com o estresse durante a pandemia do COVID-19?’. O vídeo postado ainda no início da pandemia, em 17 de junho de 2020, dura menos de dois minutos e apresenta cinco dicas para lidar com o estresse das crianças:


1) Brincar: sugerir às crianças brincadeiras e atividades que as ajudem a relaxar.


2) Vínculos: manter um relacionamento com as pessoas que moram com a criança e, se possível, manter contato com outros parentes via telefone, videochamada entre outros.


3) Rotina: tentar seguir uma rotina diária com a criança, criar uma rotina que a permita participar das atividades de casa e com outros horários para brincar e descansar.


4) Converse com elas: mostrar o que está acontecendo no mundo explicando como se prevenir do vírus.


5) Seja claro: usar palavras e frases que sejam de fácil entendimento de acordo com a idade da criança.


No fim do vídeo ainda são apresentados três conselhos mais gerais relacionados às crianças: escutar suas inquietações, apoiá-las e sempre tranquilizá-las.


Vale lembrar que, embora sejam dicas construtivas, segui-las na prática pode não ser tão fácil. Cada criança vive em um contexto social e familiar diferente. Estabelecer uma rotina, por exemplo, dependeria das atividades diárias que os pais da criança também devem fazer durante o dia. Por outro lado, uma dica importante na qual não há restrições contextuais é a de explicar para a criança um pouco sobre o período em que vivemos. É necessário que haja um diálogo simples com ela, não apenas durante a pandemia, mas em todos os momentos. Estimular um diálogo em que ela também seja capaz de se expressar é algo positivo para sua saúde mental.


quinta-feira, 19 de agosto de 2021

Ansiedade infantil durante a pandemia

    A ansiedade infantil se revela de maneira específica em cada criança e precisamos estar atentos aos sinais deixados por elas... O contexto pandêmico aflora diversas sensações e sentimentos, que por vezes, são difíceis de serem interpretados. E quando se trata do mundo infantil, o desafio é maior - tanto para as crianças, quanto para os seus responsáveis. 

    O primeiro passo é compreender que a ansiedade é uma reação natural do nosso organismo e surge sempre que o indivíduo se encontra em uma situação de medo, tensão, expectativa ou preocupação. Ressalta-se que, essas situações podem ser de origem real ou de origem imaginária. Diante disto, é de suma importância o apoio da família, grupo no qual a criança pode encontrar acolhimento e conseguir superar os dilemas psíquicos. 

   Alguns aspectos são relevantes na superação da ansiedade infantil:

  • Sono: é comum haver problemas como fuga para cama dos pais ou pesadelo, por isso, é importante propiciar um ambiente tranquilo para dormir, estabelecer rotinas diárias e horários ao deitar e acordar;
  • Emoções: as reações psicológicas dos pais refletem nas reações dos filhos, portanto, é papel dos pais controlar as emoções ruins e tranquilizar seus filhos quanto ao momento atual;
  • Alimentação: o apetite pode aumentar ou diminuir como reflexo da ansiedade, então deve-se tornar a alimentação algo positivo e que traz benefícios para o corpo humano quando feito da maneira correta;
  • Educação: atender as demandas de acordo com a situação, seja ensino presencial ou remoto, é preciso caminhar ao lado da criança e conduzir a um processo de aprendizagem significativo;
  • Atividade física: estimular a movimentação é crucial para um bom desenvolvimento integral da criança, abordando campos como da coordenação, equilíbrio, atenção, lateralidade e outros. 

quinta-feira, 12 de agosto de 2021

A interação social das crianças no cenário pandêmico

Se consideramos todo o afastamento das crianças durante esse um ano, longe dos colegas, longe do meio escolar, percebemos  que grande parte delas passaram  a ter um contato maior com pessoas adultas, como uma rotina e sensibilidade totalmente diferentes.  Principalmente se analisarmos que,  um contexto familiar não saudável reflete  diretamente na crianças.

É difícil para criança que saiu de uma rotina completamente interativa e continua, entender que o pai e mãe não estão disponíveis para brincar , que devido uma realidade pandêmica , precisa trabalhar.

E por isso que essa volta repentina, necessária para uns e insegura para outros deve ter enfoque nessa perda do contato entre criança e criança. Mesmo que de forma, distante , sem expressão pelas mascaras cabe ao professor desenvolver as praticas pedagogices voltadas a socialização, o que a principio parece ser difícil, pela falta do tato, vai se adaptando. Ou seja é trabalhar a fala, o escutar o colega, e orientando a criança a ajustar sua imaginação, por exemplo como sorrir para o colega estando e mascara ? Posso desenhar para expressar ? E o abraço? é explorar as questões motoras, imaginarias e construtivas entre elas 





sexta-feira, 6 de agosto de 2021

Pandemia e COVID

  Em 2019 um vírus se espalhou. Algo desconhecido, misterioso, perigoso. Hoje, quase dois anos depois, podemos dizer que entendemos bem melhor o que é o Corona Vírus; e felizmente estamos à caminho do fim dessa pandemia. Mas o que é, exatamente uma pandemia? E qual a diferença entre pandemia, epidemia e endemia? 

 Quando ouvimos "pandemia" a primeira reação que costumamos ter é medo, por isso essa palavra não pode ser usada de forma descuidada. Porém, não podemos também levar ao outro extremo e tratar a situação como leviana. É muito importante entender seu significado e analisar cada situação para que não haja uma ideia de que "tudo se acabou, e ponto final". Podemos nos cuidar, nos prevenir, nos vacinar e passar por isso. 

 A pandemia, como está sendo vivenciada por nós, é uma doença infecciosa que se propaga e atinge um grande número de pessoas em todo mundo. Dessa forma, o vírus não afetou uma única região. Inicialmente, o Corona Vírus se localizava em Wuhan, na China, porém se espalhou pelo mundo todo.

 Outros exemplos de pandemia são: gripe suína (em 2009), AIDS, tuberculose, peste, gripe asiática, gripe espanhola e tifo. Importante ressaltar que, pelo câncer não ser transmissível, não pode ser considerado uma pandemia. 

 A epidemia também classifica doenças infecciosas e contagiosas, a diferença é que ocorre somente em uma comunidade ou região específica. Pode ocorrer em nível municipal ou estadual, por exemplo. Podemos resumir como surtos de doenças em diversas regiões, sem propagação entre países. 

 Um exemplo de epidemia é quando a dengue acontece em várias cidades. 

 Por outro lado, a endemia é classificada levando em conta o número de ocorrência. A doença aparece com frequência em um local, sem se espalhar por outras comunidades. Pode ser uma doença endêmica típica ou sazonal. 

 Um exemplo de endemia é a febre amarela, comum na região amazônica. 

 Foi dessa forma que a COVID-19 foi classificada como pandemia e, por isso, precisamos acabar com ela. Para começar, é sempre bom se informar bem sobre o que estamos passando, entendendo primeiramente como a doença se classifica. 

 Referências: 

https://www.educamaisbrasil.com.br/educacao/noticias/pandemia-epidemia-e-endemia-entenda-a-diferenca

terça-feira, 3 de agosto de 2021

Palestra da unidade da Uemg-Barbacena, "Ensino remoto em tempos de pandemia: desafios e possibilidades para a formação docente"

 https://youtu.be/c781YFzYEuY


A palestra proferida pela professora Maria do Socorro Alencar Nunes Macedo - Pós-doutora pela University of London, King's College e professora no Programas de Pós-Graduação em Educação da UFSJ - marca a abertura do XIII Congresso de Pesquisa e Extensão da UEMG-Barbacena.

segunda-feira, 2 de agosto de 2021

Video reproduzido pela UFMG sobre organizado sobre os Desafios do desenvolvimento infantil em meio à pandemia

https://www.youtube.com/watch?v=xcbpc4bwREg 

As questões afetivas durante a pandemia

       A pandemia por COVID-19 proporcionou mudanças repentinas na sociedade. Formando uma cenário inesperado e incerto que afeta de diretamente as instituições educacionais, desde a educação infantil ate os acadêmicos. É fato que as tecnologias digitais da Informação e Comunicação foram aderidas para aplicação no ensino a fim de amenizar os impactos da suspensão presencial das aulas, contudo uma série de repercussões sociais e afetivas perpassa as questões educacionais no período de pandemia

       E quando pensamos em todos os impactos da pandemia , na educação infantil , é necessário falar sobre as questões emocionais e sociais. Pois, mesmo que as crianças saibam o motivo de usarem as mascaras, de lavarem as mãos e de não poderem abraçar os colegas, na pratica e no dia a dia há uma carência involuntária do contato direto com o professor e os colegas.

 E mesmo que a volta das crianças ao poucos seja de extrema importância para que elas  aprendam a se adaptarem e criarem autonomia diante de um contexto diferente.  É preciso de um olhar delicado com novo modelo de aprendizagem , para que nãos se perca a primeira infância, escolar. Levando em consideração que essa criança que esta de volt ao contexto escolar, passou um ano , vivendo uma realidade ao qual a escola não presenciou , não acompanhou  dia a dia . Ou seja é hora de pensar, será que essa criança viveu em contexto de violência ? Sera que essa criança teve um acompanhamento de ensino, além  dos disponibilizados pelos professores ?  Como trabalhar para que  essa criança volte ao processo, a rotina presencial ?

        É um processo gradual que a principio ocorre individual, pelo distanciamento legal, mas que necessita que o professor recrie e volte com as praticas pedagógicas que trabalhem com o conjunto, como por exemplo uma roda d conversa. Pois são nesses momentos que algumas  criança expressam seus sentimentos. Assim como par outras é no Momento individual, de um colorido mais forte que elas expressam um sentimento de raiva ou angustia .

        Ou seja , essa volta é uma nova realidade escolar , ainda mais para os alunos que perderam esse final de ciclo e também para os que começaram o ciclo escolar infantil da primeira infância na pandemia é decisória para a continuidade da aprendizagem, visto que muito tiveram um rompimento justamente no primeiro contato com a alfabetização e com os colegas. Como que fica para a criança não ver mias ao colegas?

Por isso que essa etapa deve ser trabalha de modo  retomado, de onde a criança parou, como ela mudou, trazendo carinho e afeto de ouras formas, por mensagens em papeis, com fotos , brincadeiras novas.

 

 




texto sobre as quetões afetivas durante o ensino remoto , contextualizado com Vygotsky

LINK



QUESTÕES PRINCIPAIS :
-A TEORIA DE VYGOTSKY E A AFETIVIDADE NO DESENVOLVIMENTO HUMANO -
-AFETIVIDADE E COGNIÇÃO
-AFETIVIDADE NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM .
-RELAÇÃO PROFESSOR-ALUNO
- RELAÇÃO AFETIVA ENTRE PROFESSOR E ALUNO NO ENSINO À DISTÂNCIA .