Se consideramos todo o afastamento das crianças durante esse um ano, longe dos colegas, longe do meio escolar, percebemos que grande parte delas passaram a ter um contato maior com pessoas adultas, como uma rotina e sensibilidade totalmente diferentes. Principalmente se analisarmos que, um contexto familiar não saudável reflete diretamente na crianças.
É difícil para criança que saiu de uma rotina completamente interativa e continua, entender que o pai e mãe não estão disponíveis para brincar , que devido uma realidade pandêmica , precisa trabalhar.
E por isso que essa volta repentina, necessária para uns e insegura para outros deve ter enfoque nessa perda do contato entre criança e criança. Mesmo que de forma, distante , sem expressão pelas mascaras cabe ao professor desenvolver as praticas pedagogices voltadas a socialização, o que a principio parece ser difícil, pela falta do tato, vai se adaptando. Ou seja é trabalhar a fala, o escutar o colega, e orientando a criança a ajustar sua imaginação, por exemplo como sorrir para o colega estando e mascara ? Posso desenhar para expressar ? E o abraço? é explorar as questões motoras, imaginarias e construtivas entre elas


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